Olimpíada Brasileira de Química Júnior

         Parabéns aos nossos alunos do 9.o ano de 2014 que, apenas com aulas curriculares, competiram e foram vitoriosos.

         A OBQJr (Olimpíada Brasileira de Química Júnior) é uma atividade promovida pela ABQ (Associação Brasileira de Química) e coordenada anualmente pela UFC (Universidade Federal do Ceará) e UFPI (Universidade Federal do Piauí) direcionada para estudantes devidamente matriculados no 8.o ou 9.o ano do ensino fundamental de escolas brasileiras (públicas e privadas) situadas em todo território nacional.

Alunos conquistam medalhas em Olimpíadas de Química

Ao longo do ano, os alunos interessados por Química puderam participar de três competições relacionadas à Química: para o Ensino Fundamental, a Olimpíada Brasileira de Química Júnior; para o Médio, a Olimpíada de Química do Estado de São Paulo e, a etapa seguinte, Olimpíada  Brasileira. Cerca de 40 alunos se inscreveram, dentre estes 14 levaram para casa uma medalha e 12 menções honrosas.

alunos do Ensino Fundamental na Olimpíadas que Química, com os professores Fábio e Lilian

Alunos do Ensino Fundamental na Olimpíadas que Química, com os professores Fábio e Lilian

Antes das competições, os alunos do Band podem participar de uma preparação feita pelos professores do Laboratório de Química Fábio e Lilian Siqueira.

Ao total, onze estudantes conquistaram medalhas na Olimpíada Júnior e doze, menções honrosas. Stephanie Ribeiro, do 9o  ano, que garantiu medalha de prata, disse que não esperava ganhar. Achei muito interessante descobrir assuntos, estudando em vídeo aulas no YouTube”, explicou.

Arthur, Cristina e Lucas

Arthur, Cristina e Lucas

Na estadual, os alunos Lucas Jun Koba Sato, Cristina Su Liu e Arthur Okuda tiveram, respectivamente, medalha de prata, bronze e prata. Já na etapa nacional da Olimpíada de Química do Estado de São Paulo, Arthur, da 3.a série, conquistou a prata e Cristina, a de bronze em 2014. “Muito mais do que competições, as olimpíadas científicas são espaços de integração entre os estudantes”, explicou Arthur.

A Prof.a Lilian destaca que a importância maior destas competições é ver a satisfação dos alunos. “O resultado não é a medalha, mas o trabalho árduo, dedicação e empenho dos alunos”, disse. “O que me chama a atenção é a dedicação para um curso extracurricular”, completou o Prof. Fábio.

Premiados:
Ensino Fundamental – Olimpíada Júnior

Medalha de prata:
Stéphanie Gonçalves Pedroso Ribeiro

Medalhas de bronze:
Alan Ryuiti Tokutake Hirokawa
Celina Huey Oshiro
Diego Zancaneli
Felipe Carvalho Eleutério de Lima
Giulia Burgos Manhani
João Francisco Shida
João Pedro Machado Nobre
Marina Marangoni Roschel
Mauro Simas Neto
Tathiana Tosaki Tang

Menção Honrosa:
Caio de Castro Bortolatto
Caio Xavier dos Santos Araújo
Carolina Yuki Kina de Oliveira
David Silva Wasserman
Diego Chiavassa Tavares de Almeida
Eduardo Marója Aulicino
Fernando Ninomiya Harada
Isabella Marchesini Silva
Júlia Lins Martino
Luca Romeiro Denapoli
Pedro Nacao Freitas
Pietro de Camargo Palma

Ensino Médio
-Olimpíada Estadual
Arthur Lasak Okuda – medalha de prata
Lucas Jun Koba Sato – medalha de prata
Cristina Su Liu – medalha de bronze

-Olimpíada Nacional
Arthur Lasak Okuda – medalha de prata
Cristina Su Liu – medalha de bronze

Laboratório de Química traz professor britânico para aula especial

Experimentando novos modelos de aula, os alunos das 2.as séries do Ensino Médio puderam conferir uma experiência mágica e interativa de Química com o professor britânico David Kurten. Em uma tarde descontraída no Laboratório, foram apresentadas diversas experiências relacionadas aos polímeros.

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O professor David Kurten viaja pelo mundo todo, buscando entusiasmar jovens a partir da Química. Ele veio ao Band devido à parceria com a Education First Academy. O objetivo, segundo a coordenadora Elizabete Rosa, é que os alunos conheçam um modelo de aula de Química em inglês.

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“Achei a aula muito interessante porque podemos ver como é estudar lá fora. Eu, por exemplo, vou prestar o SAT esse ano”, comentou a aluna Marina Schor. Elizabete Rosa ressaltou a importância da aula. “Eles treinam o inglês, que já é bastante desenvolvido, por isso é essencial essa aplicação nas aulas de Química”, comentou.

Sustentabilidade e tecnologia sobre rodinhas

Com a tecnologia em miniatura em mãos, os alunos das áreas de Exatas e Biológicas têm a oportunidade de testar, em sala de aula, o funcionamento de um carro elétrico, com fonte de hidrogênio. Ao aprenderem sobre energia renovável e o processo da eletrólise no Laboratório de Química, a classe é estimulada a colocar em prática seus conhecimentos para fazer o carrinho funcionar. Por envolver um conhecimento mais profundo da disciplina e dos processos envolvidos no funcionamento do carro, a experiência é realizada apenas no 3.o ano do Ensino Médio. “Trata-se de uma tecnologia que já está sendo aplicada no nosso cotidiano. Hoje em dia já vemos ônibus híbridos em funcionamento na cidade e está sendo pesquisada a viabilidade de aplicar e tornar mais seguro o uso do hidrogênio como fonte de energia elétrica em carros comuns”, explica Elisabete Rosa, Coordenadora do Laboratório de Química.

Em laboratório, os alunos testam a tecnologia munidos de uma pequena estação, que separa o oxigênio do hidrogênio contidos na água, um cabo que interliga o carrinho a ela para o abastecimento além do veículo com chassi removível para que os alunos possam visualizar com detalhes o que ocorre dentro do motor.

“Eu explico o processo, como e o quê ocorre para o carrinho funcionar, mas quem têm que botar a mão na massa são eles. Eu deixo que eles mesmos montem e tentem fazer ele andar, aplicando o que eles já conhecem sobre a matéria”, conta Bete.

Equipe do Laboratório de Química visita Skylack

A convite de um aluno, a equipe do Laboratório de Química teve a oportunidade de conhecer pessoalmente o interior da fábrica da empresa Skylack, na cidade de Salto (SP), especializada em repintura automotiva. “Foi interessante conhecer esse tipo de indústria pois no 1.o bimestre do 2.o ano trabalhamos justamente com a questão dos pigmentos”, explica a professora Maria Elisa Bombonato.

O foco principal da indústria é a produção de tintas para repintura, uma tarefa muito mais complicada do que se pode imaginar, como explica o professor Fábio Siqueira: “Ao repintar um carro, depois de voltar do conserto, há uma grande dificuldade em encontrar o tom idêntico ao original. A cor original acaba sendo alterada por condições do ambiente, do clima, do tempo de uso do carro e uma série do outros fatores; mas com o processo que eles desenvolvem lá, trabalhando com uma série de pigmentos e um extenso processo de amostragem, eles conseguem chegar à cor exata do automóvel”.

A equipe foi guiada pelo próprio fundador da empresa e avô do aluno Leonardo Scontre, Waldemar Lazzuri. “O Sr. Lazzuri foi muito gentil e atencioso conosco durante toda a visita. Fez questão de explicar em detalhes cada etapa do processo e ainda compartilhou um pouco da história da criação da empresa”, comenta a coordenadora do Laboratório de Química, Elisabete Rosa. Leva destaque também o bom humor e cordialidade demonstrada pelos funcionários, que conversaram com a equipe com naturalidade e simpatia.

Chamou a atenção do grupo a energia e preocupação de Waldemar Lazzuri para capacitar os funcionários das revendedoras do seu produto, para executarem o processo com igual qualidade ao obtido na indústria. “Ele nos contou que vai até as lojas, oferece um curso aos funcionários e ainda mantém todo esse contato com os envolvidos no sucesso da empresa; é uma atitude admirável”, finaliza Bete.